Dobradinha: Brian Sthefano conquista 1º e 3º lugar no 8º Prêmio MPTO de Jornalismo
- Imprensa
- 6 de mai.
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O jornalista Brian Sthefano foi um dos destaques da 8ª edição do Prêmio MPTO de Jornalismo, realizado na noite desta terça-feira, 5, em Palmas. Na categoria Universitário, ele conquistou o 1º e o 3º lugar com duas reportagens, garantindo uma dobradinha na premiação.
A matéria vencedora, “Ministério Público do Tocantins amplia proteção a mulheres vítimas de violência doméstica no estado”, rendeu ao jornalista o troféu e R$ 4.000,00 em premiação. Já a reportagem “Interdições judiciais em presídios mostram o impacto da atuação do Ministério Público do Tocantins” garantiu o terceiro lugar, com prêmio de R$ 2.000,00. Ao todo, Brian Sthefano somou R$ 6.000,00 na premiação.
Organizado pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO), o prêmio chegou à sua oitava edição sob o tema “Transformando realidades: o papel do Ministério Público do Tocantins na promoção da cidadania e na defesa dos interesses sociais”. A competição recebeu 46 trabalhos inscritos, com produções oriundas do Tocantins e de outros estados, como Ceará, Piauí e Pernambuco, o que evidencia a projeção nacional da premiação. “É uma honra enorme receber dois prêmios numa mesma noite, em uma premiação que tem esse peso institucional. Agradeço ao Ministério Público do Tocantins pela organização e pela iniciativa de reconhecer o trabalho jornalístico que impacta diretamente a vida das pessoas. O jornalismo que a gente faz só tem sentido quando ele chega até quem mais precisa,” disse Brian Sthefano.
As reportagens premiadas tratam de temas de alto impacto social: a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e as condições carcerárias no estado. Ao abordar a atuação do Ministério Público nessas frentes, Brian Sthefano deu visibilidade a questões estruturais que afetam diretamente a população mais vulnerável, cumprindo o papel que se espera de um jornalismo comprometido com o interesse público. “Escrever sobre violência doméstica ou sobre a realidade dos presídios não é fácil. Mas é necessário. Quando o jornalismo ilumina essas realidades, ele cumpre uma função democrática insubstituível. Esse reconhecimento me estimula a seguir produzindo matérias que façam diferença,” completou o jornalista.
Na abertura da cerimônia, o promotor de Justiça Juan Aguirre, representando a instituição, destacou que o prêmio nasceu em 2016 e tem acompanhado as transformações da comunicação ao longo de quase uma década. Ele ressaltou que, mesmo diante do avanço tecnológico e da inteligência artificial, a ética e o compromisso com a verdade permanecem como pilares fundamentais do jornalismo responsável. “Sem uma imprensa livre e comprometida, não existe democracia”, afirmou Aguirre, sublinhando a relação intrínseca entre jornalismo de qualidade e o Estado Democrático de Direito.
O evento contou ainda com a presença do jornalista investigativo Maurício Ferraz, do Fantástico (TV Globo), que falou sobre a importância da transparência pública e do combate à desinformação.


